domingo, 8 de abril de 2018

Yolanda Boa em sarilhos pelo “ultraje” aos moçambicanos

Fotos sensuais, cantora moçambicana… As imagens poderiam passar de simples hashtags nas redes sociais, mas foi mais do que isso o que aconteceu, quando, no Dia da Mulher Moçambicana, celebrado a 7 de Abril, as fotografias da cantora Yolanda Boa chocaram a muita gente, afinal a artista aparecia semi-nua, cobrindo suas partes íntimas com o símbolo nacional: a bandeira.
Diante de tal atitude, o Ministério da Cultura e Turismo, que tomou conhecimento da circulação das imagens, pronunciou-se em relação ao assunto, por via de um comunicado, considerando que o que a cantora fez constitui um ultraje à nação e esta poderá ser sancionada por tal acto: “O Ministério da Cultura e Turismo manifesta a expressão mais alta de condenação veemente deste acto, pois a conduta seguida por esta artista em nada abona a exaltação do espírito patriótico dos moçambicanos, antes pelo contrário contribui, em grande medida, para denegrir a imagem, a honra e o prestígio da nossa Pátria Amada no concerto das Nações”, e continua: “Na sequência desta manifestação de censura e de reprovação, o Ministério da Cultura e Turismo compromete-se a encentar deligências necessárias para a responsabilização dos autores desta conduta de ultraje à bandeira nacional (simbolo nacional), que choca e viola claramente com o estatuído na Constituição da República de Moçambique”.
O País tentou falar com Yolanda Boa, sem sucesso. Por isso, resolveu contactar Bander, quem explica o que aconteceu: “O que posso dizer em linguagem clara é que eu perdi o meu telemóvel, e já estamos à procura do causador da publicação de certas fotos. Algumas fotos foram postadas por nós. Eu é que giro as contas da Yolanda e de outros artistas, mas a pessoa que roubou o celular está a usufruir das contas que estão no telemóvel,” disse Bander.
De acordo o rapper, Yolanda Boa não está abalada, mas também não se sente confortável.

Fonte: Jornal O país

Resultados do torneio de Futsal ESNEC

Resultados do jogos do torneio de Futsal ESNEC, realizados no último sábado, 07 de Abril de 2018:

Gestão II VS Gestão IV - masculino ( 3- 8)
Agrofin II VS gestão II - feminino (0 - 4)
CTA VS gestão I -  masculino (1 - 0)
Gestão I vs Agrofin - (falta de comparência) feminino (5 - 0)
Agricom I-IV VS gestão III - feminino (0 - 1)
AGROFIN II VS gestão III - masculino  (6 - 3)
AGROFIN IV VS AGROFIN I - masculino  (5 - 3)
Agrofin -IV VS PÓS laboral- (falta de comparência) feminino (5 - 0)
Agricom I-III VS PÓS laboral - masculino (2 - 2)

Portal ESNEC está a recrutar novos colaboradores

O portal ESNEC é uma plataforma de informação criada por estudantes da ESNEC, para a comunidade esnequiana.  A iniciativa do portal surge ao verificar se que, por conta dos seus horários preenchidos os estudantes não têm "tempo" disponível para assistir ou ouvir o noticiário.
O propósito do portal é de fornecer à comunidade esnequiana e em geral informação actualizada sobre o que acontece na nossa ESNEC e arredores.
Em vista a dar continuidade e diversidade ao portal, estamos neste momento a recrutar novos colaboradores.
Temos disponíveis 6 vagas. Para os interessados podem entrar em contacto com:
845971083 - Mauro Cumbe

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Primeiro Ministro desafia Conselho do Ensino Superior a garantir formação de qualidade


Conselho  Nacional do Ensino Superior 
O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, conferiu posse, esta quarta-feira, aos novos membros do Conselho Nacional do Ensino Superior.

Na ocasião, Carlos Agostinho do Rosário referiu que o maior desafio para o ensino superior é garantir uma formação de qualidade e que responda às novas exigências do mercado de trabalho, num contexto em que ocorre no país uma maior expansão de instituições do ensino superior públicas e privadas. Outro desafio apontado foi a formação do capital humano dotando-o de conhecimentos e habilidades para responder as necessidades do desenvolvimento do país.

Do Rosário acrescentou que a formação de qualidade deve estar orientada para a pesquisa e extensão, de modo a contribuir na busca de soluções para os principais desafios socioeconómicos das comunidades.

“Por forma a garantir que os formandos possam ter conhecimentos e habilidades sólidas, as Instituições do Ensino Superior são desafiadas a melhorar, cada vez mais, os mecanismos de enquadramentos dos aspirantes a carreira de docência universitária”.

Por outro lado, recomendou aos recém-empossados, maior articulação e coordenação para crescimento do ensino superior.

O Conselho Nacional do Ensino Superior foi criado em 2010, com objectivo de assegurar que as Instituições de Ensino Superior formem quadros com qualidade.

Fonte; Jornal o Pais

Projecto das areias pesadas de Chibuto em fase conclusiva

O projecto de areias pesadas de Chibuto, na província de Gaza, dispõe do maior jazigo mundial, com as pesquisas a apontarem para um total de 2 660 milhões de toneladas de matéria-prima depositada e existe dentro da área de concessão de 10.544 hectares um enorme potencial de recursos de ilmenite.

Contas feitas revelam que mesmo com a capacidade diária de processar 100 mil toneladas de areias pesadas, os recursos existentes podem ser explorados num período de 70 a 100 anos.
Presidente da Republica recebendo a explicacao por parte do consorcio Chines

É todo esse atractivo que levou a empresa chinesa Affec a entrar na corrida para a sua exploração, estando agora a terminar os testes de qualidade dos recursos no laboratório instalado localmente para com base nos resultados avançar com a construção da fábrica de processamento definitiva, tal como ficou a saber o Presidente da República, ontem, na vista efectuada às instalações da fábrica provisória.

“Este é o lado da fábrica de testes que vamos construir e a fábrica principal, depois esta vamos destruir”, explicou a Filipe Nyusi um dos gestores da Affec que sublinhou que as instalações actualmente existentes na zona das infra-estruturas da mina são apenas para assistir esta fase de trabalhos preliminares.

Mesmo com os dados provisórios, os chineses não duvidam que o projecto das áreas pesadas de Chibuto é viável, por isso já planeiam um investimento global de 1,2 biliões de dólares americanos, tal como deu a saber o embaixador da China em Moçambique, Su Jian. “O PCA da empresa disse-me que durante toda a fase do projecto vai empregar mais de três mil trabalhadores chineses e Moçambicanos”. O diplomata acrescentou que aquele é o tipo de investimento que China e Moçambique decidiram abraçar em 2016, priorizando áreas produtivas e de infra-estruturas.

Os minerais que serão extraídos em Chibuto têm aplicação em várias áreas, deste tecnológicas e de construção civil, aliás, alguns servirão para fábricas locais. “Vamos construir aqui em Chibuto uma fábrica de fabrico de chapas de zinco”, precisou um responsável superior da Affec, num encontro que decorrer na zona da mina, ontem, juntando os investidores, a comissão de reassentamento e o Chefe de Estado.

Para Filipe Nyusi, aquele tipo de investimento reforça a diplomacia económica e a aliança com a China, dai que encorajou os empresários que para além da fábrica vão construir uma linha férrea de 70 km de Chibuto para Chókwè para permitir o escoamento dos recursos para o porto de Maputo e lá para a China.


Enquanto isso, a vila que vai acolher as cerca de 500 famílias que deverão sair da área da mina está na fase de conclusão, as casas do tipo dois e três estão praticamente construídas e a área conta com uma escola, igreja, esquadra e sistema de abastecimento de água.

Com a entrada dos chineses, ressurge o projecto que tinha sido concessionado ao grupo mineiro BHP Billiton que perdeu o projecto das areias pesadas de Chibuto a favor do Estado moçambicano após o grupo ter abandonado alegando ser inviável. O abandono da Billiton aconteceu ainda na fase de estudos de viabilidade.

Fonte: Jornal o Pais

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Filipe Nyusi em Gaza para visita presidencial

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua de 2 a 4 de Abril de 2018, uma visita presidencial à província de Gaza.
A Visita vai iniciar no distrito do Limpopo e o Chefe do Estado vai escalar igualmente os distritos de Manjacaze, Chibuto e Massingir, onde tem agendado encontros com os governos locais, reuniões com diversos segmentos da sociedade, comícios populares e visitas a empreendimentos de interesse económico e social.
Nesta deslocação, segundo um comunicado da Presidência, o Presidente da República far-se-á acompanhar pelos Ministros do Interior, Basílio Monteiro, da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Dias Diogo; da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia; Vice-Ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, Luísa Caetano Meque; Governadora de Sofala, Helena Taipo, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.

Fonte: Jornal O país

quinta-feira, 29 de março de 2018

Moçambique e Quénia anunciam abolição de vistos

O Presidente da República do Quénia encontra-se desde esta quinta-feira a realizar uma visita de Estado a Moçambique, que vai durar cinco dias. Mais do que política e diplomática, a visita de Kenyatta é meramente económica.
O presidente queniano faz-se acompanhar por quatro ministros e 25 empresários que e reuniram com a sua contraparte moçambicana. Foi no encontro empresarial que os dois Chefes de Estado falaram sobre os propósitos da visita história. Antes de mais, os dois dirigentes anunciaram a abolição de vistos para passaportes ordinário, com o objectivo de facilitar a circulação de pessoas e bens, aliás o Presidente moçambicano introduziu o assunto em forma de brincadeira dizendo “a Assembleia do Município de Maputo decidiu tornar o meu irmão Kenyatta num cidadão da nossa capital, agora não sei como fazer em relação ao visto se ele vai se exigir a si mesmo visto para voltar ao seu país, porque da nossa parte já não há fronteiras. Estamos abertos, ele que nos diga aqui como vai resolver esse problema de visto” disse.
Em jeito de resposta, Uhuru Kenyatta anunciou que durante as conversações oficiais, os dois governos decidiram, na hora, eliminar a necessidade de visto para se entrar nos dois países. “A partir de agora, podem visitar os vossos irmãos no Quénia. Podem ir fazer negócios sem precisar de vistos”, disse o governante, tendo na altura acrescentado que os dois governos acordaram ainda a necessidade de aumentar a frequência de voos das companhias aéreas dos dois países ligando as principais cidades, mas há interesses em tirar benefícios do sector mineiro moçambicano para ajudar a desenvolver o seu país.

Fonte: Jornal O país

quarta-feira, 28 de março de 2018

Dhlakama considera que separação de poderes poderia evitar raptos

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, defende que se houvesse separação de poderes no Estado moçambicano, raptos como do jornalista Ericino de Salema não iriam acontecer, pois haveria várias forças a combater o mesmo mal. Dhlakama acrescenta que se as instituições funcionassem, a onda de criminalidade estaria a reduzir, porque os criminosos seriam perseguidas pela Polícia.
“Temos o Serviço de Informação do Estado, Sise, temos SERNIC, temos Polícia, temos vários grupos com armas pertencentes ao Estado, a vigiar e a perseguir políticos, mas ninguém persegue aqueles (raptores)”, disse.
O líder da Renamo fala de esquadrão de morte. Diz ainda que os supostos sequestradores pertencem ao partido no poder e insta ao Chefe de Estado, Filipe Nyusi, a fazer algo para que haja responsabilizações.
“Isto é esquadrão da morte. Todos estes que estão a sequestrar e matar pessoas, são elementos ligados ao partido Frelimo, ou ligados à maquina do governo da Frelimo”.
Por outro lado, disse estar preocupado e agastado com a situação, pois para além de impedir que as pessoas se expressem livremente, mancha a democracia e a imagem do país.

Fonte: Jornal O país

Ericino de Salema não corre perigo de vida

Um dia depois de o jornalista e comentador Ericino de Salema ter sido raptado, espancado e abandonado em Marracuene, na Estrada Circular de Maputo, com ferimentos e inconsciente, a família veio garantir que o activista não corre risco de vida e está fora de qualquer perigo.
O jornalista sofreu ferimentos nos membros superiores e inferiores e deverá ser submetido a cirurgias.

Fonte: Jornal O país

terça-feira, 27 de março de 2018

População homenageia vítimas da tragédia de Luís Cabral

“Não vou conseguir falar”, foi a única frase que conseguiu pronunciar uma das mulheres que participava da vigília, esta noite, no local do acidente. Mesmo sem ter perdido alguém da sua família, do seu rosto caiam lágrimas que exteriorizavam dor e luto que tomaram conta dos moradores do bairro Luís Cabral.
Homens, mulheres, jovens e adolescentes, mobilizaram-se em pouco tempo e fizeram o que melhor podiam para expressar o luto. Com velas acesas, cânticos fúnebres e rostos vencidos pelo desgosto. Com a voz trémula, outra mulher, com bebé no colo, disse-nos o que a sua expressão facial traduzia: “sentimos muito pelos nossos irmãos, nossos filhos que morreram”.
As imagens que se seguiram ao acidente eram chocantes, descreveu-nos uma adolescente presente na vigília, que esteve no mesmo local, na hora do sinistro. “Quando saímos, logo disseram para entrarmos onde estávamos porque as imagens eram chocantes. Outros desmaiaram”.
A história do acidente começou a traçar-se após o condutor da Wakswagen Amarok passar uma brigada de trânsito que por volta das 2h00 de madrugada de domingo encontrava-se a fazer a fiscalização rodoviária em frente ao Posto Policial do bairro Luís Cabral, na Estrada Nacional n°4. Conta um agente da Polícia de Trânsito que o automobilista ainda abrandou a marcha, só que logo depois de passar a brigada aumentou a velocidade e 200 metros depois envolveu-se no sinistro. O carro que trazia é dos mais velozes, atingindo 340 km/h.
Testemunhas oculares disseram-nos que após capotar, o carro foi travar nos suportes metálicos da ponte de pedestres, o que evitou mais vítimas porque mais além haviam muitas pessoas a se divertirem.

Fonte: Jornal O país